Aveiro está em festa  

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No dia nove de novembro, terminaram as obras de construção do porto de Aveiro e se iniciou na cidade, as festividades para comemorar o feito. Todos foram convidados, e o Jornal Leiriense teve o prazer de cobrir tal feito histórico do Reino de Portugal.

Chegando ao local das festividades, percebeu-se o magnífico trabalho efetuado. Entre os convidados estavam o Sr. Prefeito Secretgod, que falou da sua satisfação, e o quanto essa iniciativa vai beneficiar a todos e do sacrifício que todos fizeram em prol da construção do porto. Ele também declarou estar muito emocionado e orgulhoso pelo feito.

Os primeiros a chegar foram a Dama Bandida acompanhada com Marco. Seguidos por Dom Ares e Furyan.

As damas Slnko, Sheila, Zinha e Suzy elegantemente vestidas para a ocasião, que mais parecia um desfile de modas, todas muito animadas, já pensando em fazer uma viagem para fazerem compras, também prestigiaram a festa.

A Condessa Gwenhwyfar também nos honrou com sua presença, chegando em sua carruagem, já cumprimentando os presentes e animada para as comemorações.

Junto com ela vimos o Conde de Alva Vilacovense chegar apressado, cumprimentar os presentes e logo depois a conversar com o Capitão Sirefelps, que é seu sobrinho.

O pároco da cidade, Monsterguid cumprimentou o capitão do porto, que é seu irmão, e disse-lhe estar ansioso por “batizar” muitos barcos.

Ao final, ainda juntou-se aos demais, Kyoko, que chegou de Alcobaça impecavelmente vestida.

O que se viu no ar foram rostos felizes, contentes e orgulhosos, conversas animadas e, é claro, muitas champanhes.

Nesta festa, todos comentaram o como foi importante a união do povo de Aveiro, e também o trabalho árduo de muitos capitães do Porto que se sucederam.

A obra iniciou no dia 14 de março do presente ano, quando Dom UncleScrooge, então prefeito da cidade, inaugurou a obra, passando-a o Dom Vilacovense, que foi o primeiro capitão. Depois, Dom Leogeo assumiu a coordenação do porto, logo depois, sendo assumido pela dama Earyna, que deixou o porto praticamente pronto antes de deixá-lo para assumir o porto em Leiria. O último capitão a assumir, antes do fim das obras, foi Dom Sirefelps, que coordenou a fase dos ferreiros.

Depois de passados estes dias de trabalho suado, de conversas nas tascas a respeito do porto e da coordenação de cada capitão; o porto de Aveiro ficou pronto, preparado para receber até quatro barcos simultaneamente. Com o porto em funcionamento, Aveiro se abre para novas experiências, para novas descobertas e para o mundo!
Por Suzi, para o JL.

A Lenda de Alcobaça (parte II)  

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Com a voz fremente de alegria, Alcoa concordou.

Soou então a maior gargalhada dessa noite. A figura estranha diluiu-se no recanto da cabana e o vento voltou a soprar lá fora, com redobrada fúria. O rapaz guardou segredo de tão misteriosa visita. A ninguém contou o que lhe fora proposto. Baça notou que algo mudara, e interpelou-o:

- Alcoa, eu sei que as tuas colheitas têm decorrido maravilhosamente. Mas só as tuas, e isso eu não entendo. Todos se queixam, todos... Só tu tens tido sorte!

Ele riu um riso forte, que a impressionou. A rapariga estremeceu. Mas já ele lhe dizia adeus, afastando-se a passos largos. As colheitas chegaram ao fim. Alcoa não cabia em si de contente, tinham excedido todas as suas expectativas. Estava rico! Riquíssimo! Foi então que a estranha e misteriosa figura visita de tempos atrás voltou a fazer a sua aparição.

- Cá estou eu como prometi, podes casar quando quiseres. Mas primeiro assina este documento conforme prometeste. E com sangue... Este documento só poderá ser assinado com sangue... O teu sangue!

Alcoa suspirou.

- É bem pouco o que me pede em troca de tanto que me dá. Aqui tem a minha assinatura. A partir dessa noite, os negócios de Alcoa começaram a prosperar de um modo quase aflitivo de tão extraordinário que era. Os vizinhos começaram a olhar o rapaz com desconfiança e ficou decidido que um dos mais velhos fosse falar com Alcoa.

– Olha! rapaz! Venho falar-te em nome dos homens desta terra. Tu és ainda muito novo e inexperiente na vida, já o mesmo não acontece conosco. Somos velhos e sabemos alguma coisa. Pensamos que tu tens um pacto com o Demônio. Só assim se explica que as tuas terras estejam cada vez melhores enquanto as nossas parecem cada vez piores. Pois tem cuidado, Alcoa! Tem cuidado!

A fúria transtornou a expressão do jovem lavrador. Levantou o braço contra o velho, mas uma voz de mulher gritou o seu nome, suspendendo-lhe o gesto. Com voz tremente, Baça disse:

- Dizem que fizeste um pacto com o Demônio... E vendo-te como estás, desfigurado, acredito que é verdade. Tenho medo, Alcoa...Tenho medo!

O jovem gritou colérico:

- Se acreditas... Vai-te! Desaparece da minha vista!

Correndo como louca, a jovem Baça abandonou o noivo. Andou sem destino três dias e três noites. Chorando a sua desdita. A morte veio encontrá-la quando acabara de chorar a sua última lágrima. E conta a lenda que essas lágrimas reunidas se transformaram numa pequena ribeira, à qual foi dado o nome de Baça.

O jovem Alcoa caiu num desespero terrível quando soube da morte da sua amada. E diz-se que renegou por completo o pacto que fizera e jurou a Deus doar as suas terras a Santa Maria se conseguisse alcançar o perdão de Baça. Chorava Alcoa, sem cessar, a mágoa de ter sido ambicioso. Chorava de noite e dia. E tanto chorou que se transformou num rio: o rio Alcoa.

E nas noites luarentas, as águas do Alcoa murmuravam, quebrando o silêncio:
- Baça, meu amor. Perdoa-me! Peço-te por tudo que me perdoes! Baça, jurei dar as minhas terras a Santa Maria, se tu me perdoasses...

Pois numa dessas noites outra voz respondeu às lamentações e aos apelos do rio Alcoa.

- Sim... Já que tanto o desejas vou perdoar-te, para que estas terras sejam na verdade de Santa Maria, e tu possas remediar assim os teus erros passados. Vou juntar-me a ti, Alcoa!

E ali mesmo, a ribeira Baça se misturou com o rio Alcoa, desaguando no seu lado esquerdo, que é o lado do coração...

Desde esse instante, o rio Alcoa passou a denominar-se Alcobaça e todas essas terras ficaram devotadas a Santa Maria, cumprindo assim a jura feita.

E diz-se que em certas noites se continuam a escutar murmúrios de vozes humanas, no meio das águas do rio.

Murmúrios apaixonados.
Murmúrios de amor

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Essa lenda faz parte do compêndio de Matheus Martins de Almeida e Miranda e já foi contada em praça pública pelo próprio.

Diário de Bordo  

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Às 18 horas do dia 19 chegamos à Cidade do Porto , já não faltava muito a viagem corria as mil maravilhas:

Entramos no Rio Douro , pensando que estaríamos tão perto... mas o Rio parecia endemoninhado, com uma corrente e um vento que permaneceram hostis durante mais de 1 dia.
Começaram a escassear os alimentos e receosos tivemos que volver vencidos pelo Douro procurando um porto de emergência.
Tentámos o Porto da Capital , mas por falta de Capitão Local receamos infligir um grande Dano à Dama dos Mares ( Devushka ) e estando o Porto de Aveiro ali tão perto
procuramos ajuda à Mui Nobre Capitã Diaconisa Earyna que sensível à nossa aflição nos Prometeu abrir o Porto à embarcação trazendo-nos de novo grande Alegria.

Hoje dia 21 de Outubro, estamos a chegar ao Porto de Aveiro , com fome , e tanta vontade de pisar terra firme quanto aquela que no dia 16 tínhamos de navegar pelos mares...




Por Luznik.

Confusões às portas da Heráldica  

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No passado 27 de outubro de 1458, o Conselho de Sintra, representado na figura do Mestre de Armas Dom Vega_adc de Camões emitiu em nota oficial o parecer sobre as indicações apresentadas pelo Conde Dom Brunobrasil. Na mesma a Dama Persefone. recebeu o titulo de Baronesa e sendo reprovadas as indicações feitas a Dom Actoze e Dom William_von. De acordo com o parecer “[...]contributo não é ainda justificável para um título ou para a subida do mesmo.[...]”, o que gerou enorme polêmica a respeito do critérios de avaliação utilizados pelo Conselho de Sintra.
Mobilizaram-se as portas da Heraldica diversos representantes da nobreza oriundos de todas as regiões do Reino, inclusive aqueles que se encontram fora do país, a exigir uma resposta concreta do Conselho de Sintra. Até o momento não houve nenhuma manifestação oficial por parte do referido Conselho, alimentando nesse ínterim, o debate sobre a morosidade no que tange as decisões do Colégio Heráldico, o estado obsoleto dos Princípios da Heráldica, ou ainda se é ou não uma atitude “nobre” declarar duvidoso o parecer emitido por Sintra.
Enquanto o burburinho continua as portas da Heraldica, aparentemente os membros da casa continuam sua rotina normal pouco se envolvendo no debate a respeito do caso.






C.A. para o Jornal Leiriense

Greve em Lisboa  

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Em vista das falácias na Praça Pública de Coimbra, onde o cidadão conibrense Juva, afirma que Lisboa tem coisas a serem copiadas, e por uma notícia que nossa Diretora Adjunta soube, o Leiriense enviou para Lisboa um correspondente para uma investigação dos fatos.

Lisboa, como foi dito na praça pública de Coimbra pelo senhor Juva, teve 5 listas para a disputa do pleito. Segundo o mesmo Juva, isso significa que mais pessoas estariam interessadas na política, sendo bom para o condado. Fui até Lisboa para ver se conferia algo e descobri um grave mal.

A primeira coisa que fiz foi investigar uma suposta greve que a prefeitura de Évora estaria fazendo em relação aos impostos cobrados a cada 15 dias. A questão lisboeta é muito séria, estão a exatos 7 dias sem um conde eleito e o Comissário do Comércio (CdC) do conselho anterior - não eleito para esse novo e que ainda continua com acesso ao gabinete já que não houve nova nomeaçao - não pode enviar ferro ou outros bens aos lisboetas, impedindo que os mesmos recebam bens fundamentais como ferro e madeira. No entanto os prefeitos receberam aviso de nova cobrança de impostos. Isso fez com que o prefeito de Évora, Dom Matheus Martins Almeida e Miranda (conhecido com 1000faces), lançasse uma greve buscando ajuda de todos os prefeitos. Propaga ele que não cobrará impostos à população de Évora enquanto não haja conde eleito e um conselho nomeado que garanta que os profissionais recebam as matérias necessárias à sua profissão. A prefeita de Crato, Prispinheiro Martins Beckwith Carvalho, afirmou apoio público à greve que também teve o apoio do prefeito de Alcácer do Sal, Dom Ae de Monforte e Marques.

Dom Matheus também salientou que o fato de terem havido 5 lista nas eleições e a "guerras pessoais" não permitem a escolha do novo conde. À parte de discutir se os impostos são justos ou não, se resolvem ou não, o que os prefeitos desejam é que a situação seja resolvida, e o quanto antes melhor.
Para o Jornal de Leiria por Mr Poirot
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A direção do JL informa que o uso do selo de Lisboa NÃO torna esse texto um documento oficial do Condado de Lisboa, ele tem fins meramente ilustrativo.

O tesouro do Condado  

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Visto já há muito não trazermos para cá um relatório sobre a economia do Condado de Coimbra, eu corri até o Castelo de Coimbra para as pesquisas e encontrei muita papelada por lá, mas no meio da papelada entre ábacos e penas e tintas, estava o conselheiro Fof..., digo, Nortadas todo feliz a rir a toa.
Ao que indicam os números o Condado de Coimbra vem numa recuperação finaceira incrível e se gaba de não cobrar impostos pra isso. O JL deve, por esses dias, procurar o senhor Fof..., ãh, Nortadas para uma entrevista. Quem sabe ele não conte o segredo da façanha. Os números coimbrenses indicam o incrível crescimento de 10.388,54 cruzados o que está deixando a senhora Condessa a rir pelos corredores do Palacio, afinal, ao que tudo indica, sua equipe financeira está fazendo um excelente trabalho.
Traça do Dinheiro para o Leiriense

Diário de bordo  

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Pela manhã do dia 17 de Outubro do ano de graça MCDLVIII de Jah , ao sabor da Maresia

Deoris
Luznik
Sereiaa
Zdzlau_de
Zviesdakrazivaia (Estrela Linda) dão entrada na embarcação.

Com a ansiedade de partir rumo até Lamego por caminhos nunca antes conhecidos O Capitão reúne-se com os presentes para definir a tripulação. Disponíveis na altura, foram nomeados Sereiaa e Zdzlau_de. Apesar de toda a inquietação não quisemos partir sem o namorado de Sereiaa Lord_fernando que ao final da tarde viria a embarcar para alegria de todos em particular para a Dama Sereiaa.
Estava então tudo preparado e a Ancora é levantada por volta das 18 horas do dia 17-10-1458. O vento veio tempestuoso logo que nos viu entrar , como que se quisesse defender o seu Mar ainda meio trémulos e inexperientes não conseguimos avançar perante tamanha investida.

Convivia-se com grande alegria no "Recanto" ao som de canecas de Cerveja e muita animação, foi então que subitamente fomos surpreendidos com um pedido de Silêncio por parte da Dama Sereiaa.
Certificando-se que todos nós estávamos tomando atenção , para espanto de todos pede em casamento o seu Lord_fernando. Mais festa e animação se seguiu até o Vento que no inicio parecia de mau humor se deve ter alegrado e a partir das zero horas do dia 18 passou a ajudar-nos e permitiu-nos rumar sem percalços ao longo da Lusitana Costa.
A animação era de tal ordem que até um Baptismo e um Casamento fora solicitado em alto mar...

Bem perto da Costa recebemos um Pombo do Ilustre Capitão de Leiria Dom Sylarnash, com um assunto relativo a Santa Igreja Aristotélica que muita alegria trouxe ao Bispo, ainda recebemos palavras suas de hospitalidade e por isso ao passarmos perto da sua Povoação enviamos-lhe uma Carta de agradecimento e junto uma pintura de Leiria vista do Atlântico:

Por Luznik, para o JL

Diário de Bordo  

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17-10-1458:


O Capitão Luznik havia entrado no dia antes para estudar os mapas , certificar-se que haviam mantimentos suficientes na taberna , planear a rota. Estivera também a ler a correspondência do Ilustre Capitão do Porto de Lamego Dom Francisco56 a quem havia solicitado autorização para entrar no seu Porto por volta do dia 21. A Vontade de rumar a Lamego era grande e as palavras de hospitalidade do parte do capitão ainda aumentavam mais o desejo de partir.

Era um sonho tornado realidade , aquela embarcação causava grande alegria no espírito do capitão Luznik, à luz das velas já no entardecer do dia 16 , o Capitão inicia o Diário de Bordo com uma dedicatória a Ninfa do Tejo ( Tágide ) a quem baptizou de Devushka ( Dama )

Devushka Tágide Minha
Onde embarca o meu Sonhar
Leva-me no vento à tardinha
Faz-me perder no alto mar

De seguida percorrendo o Convés por baixo da Grande Traquete dá entrada na Taberna que resolve chamar de "Recanto". Certifica-se que tem os mantimentos necessários para a viajem e em seguida deixa escrito na Porta uma Oração:

Sentado Num canto, do Recanto
Da ágil mui formosa Tágide
Devushka do Olimpo e do Encanto
Que Hefesto tornou nosso Égide


Ventos, Tormentas por quanto
Em tempestades tudo coincide
Não despertam o nosso Pranto
Por Jah que o Destino Decide
Supliquemos ao nosso Santo
E a Esbelta Nau não Colide


Por Luznik para o JL

Viagem pelo norte da Europa  

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Saímos de Lisboa numa aventura pela Europa, entre tempestades e calmarias chegamos ao nosso destino, a bela cidade de Dover na Inglaterra. Ainda que o barco tivesse atracado, o nosso capitão não nos deixou descer, afim de ganharmos algum tempo e para que pudéssemos demorar mais tempo em terras francesas , porém fomos muitíssimo bem recebidos pelas pessoas que se encontravam no cais.
Decidimos rumar até a França em busca de tapeçarias e alguma novidade, que, por ventura, pudéssemos trazer.
Pedimos para desembarcar, contudo a burocracia foi imensa, nosso capitão escreveu a 3 capitães de porto e apenas um respondeu. Conseguimos visto de 3 dias para ficar na �belle� cidade de Bertincourt, cidade de lago, muitíssimo organizada e com um bom mercado. Ao passear pelo mercado, a princípio achei estranho os nomes que davam aos peixes, porém, uma velha peixeira explicou-me que por aquelas terras se pescam várias qualidades de peixes, entre as quais podíamos ver raia, ruivo, arenque, etc...
Porém, tem uma coisa que deixa todo o turista triste, eu, particularmente, alem de triste, estou mesmo revoltada. Concordo que leis são leis e se existem temos que segui-las, mas algumas ultrapassam o limite. Pasmem mas em França você só pode ir as tavernas e falar Francês, caso viole a lei pode arcar com um processo nas costas e isso eles são super rígidos, outra coisa, comida só se pode comprar por unidade, ou seja, 1 pão,1 peixe,1 leite, etc.. Isso me deixa com um pensamento: que devemos mudar nossas leis o quanto antes e segui-las à risca, para ao menos fazer com que Francês seja obrigado a aprender a falar português, nada mais justo né?
Bem amigos, vou continuar na minha aventura e volto a qualquer momento.



Por Marih Beatrice Sagres para o JL

A Lenda de Alcobaça  

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Alcoa acabara de amanhar a pequena parcela de terra, que lhe coubera em herança. O Sol, numa fraqueza de agonia, desaparecia na linha do horizonte. E o rapaz, braços fortes de quem trabalha rosto sadio, foi com a pressa de um apaixonado até a pequena barraca onde vivia a jovem dos seus cuidados. Ao vê-la, o seu rosto iluminou-se, como se aquele sombrio ocaso fosse a mais linda manhã de Maio. Ela correu para ele. O rapaz acariciou-lhe os cabelos.
- Meu amor! Se este ano tiver sorte, em breve estaremos casados.
A rapariga encostou a cabeça no peito do noivo, murmurando enleada:
- Quem me der, meu querido, quem me dera! Tenho tanto medo do futuro.
Surpreendido, Alcoa obrigou-a a olhá-lo, levantando com uma das mãos o queixo bem recortado da sua linda noiva.
- Tens medo de quê? Não contas com os meus braços fortes, com o meu espírito de lutador? Estou habituado a amanhar a terra. Conheço todos os segredos da Natureza.
Ela sorriu-lhe.
- Eu sei, mas enquanto não me vir junto de ti , dentro da nossa casa... compreendes... vivo cheia de temor pelo que nos possa acontecer.
- Que hei-de dizer-te, Baça? Afasta esses pressentimentos! Ajude-me o tempo nas colheitas que estão para vir, e tu verás!
Deram as mãos com calor. Juras eternas voltaram a repetir-se. E o sol morria aos poucos, lá ao longe, enquanto os jovens trocavam um beijo de amor.
O tempo das colheitas estava próximo. Havia, porém, muita ansiedade no coração de todos os lavradores daquelas terras, para os lados de Leiria. E numa noite em que a ventania zunia lá fora, alguém bateu fortemente á porta da cabana do jovem Alcoa.
Assim que abriu a porta, uma rajada de vento entrou, quase o derrubando. Num impulso de coragem, Alcoa fechou a porta. Então, dentro da casa, o vento girou num rodopio e, de súbito, transformou-se numa figura estranha que sorria, fitando os olhos pasmados do jovem aldeão. Ouviu-se uma gargalhada e o desconhecido falou:
- Não te amedrontes, não venho fazer-te mal. Quero apenas propor-te um negócio. Se estiveres de acordo comigo, dar-te-ei a possibilidade de conseguires colheitas maravilhosas, e poderás casar ainda este ano, como é teu desejo.
Alcoa arregalou os olhos, num espanto sincero.
- Mas como sabe o senhor que eu estou para casar?
Outra risada, ainda mais insistente, deixou um frio na alma do jovem Alcoa. Mas já o visitante respondia:
- Eu sei tudo, meu rapaz... Eu sei tudo! E só pretendo uma troca, uma simples troca. Eu dou-te a garantia da melhor colheita de todos os tempos e tu assinas um documento no qual me concedes toda a tua terra. Estabeleces um pacto comigo, tu dás-me apenas a tua terra, que se tornará maior e melhor e eu dou-te a certeza de poderes casar e ser feliz. Com o rendimento da própria terra terás riqueza e poder. Serás mais forte que os ricos e mais temido que os poderosos.

Sugerido por Zdzlau_de para o Jornal de Leiria
Continua...
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Essa lenda faz parte do compêndio de Matheus Martins de Almeida e Miranda e já foi contada em praça pública pelo próprio.

CONCURSO  

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Miss e Mister Condado de Lisboa

Com este concurso o Conselho do Condado de Lisboa, em conjunto com a Associação Cultural de Lisboa (ACL), visa estimular a participação da população em actividades culturais, e auxiliar o condado na sua recuperação financeira.




VENHAM E PARTICIPEM

A Lenda do Lago Mágico de Leiria (PARTE 2)  

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 (continuação...)

Viram a princesa correr. Correu até mais não poder, e só parou quando chegou ao seu lugar preferido, o bonito vale que lhe servia de conselheiro. Aí ajoelhou-se e, pela primeira vez desde que recebera a notícia, chorou. Chorou toda a tristeza que lhe ia na alma. Chorou toda a dor calada durante os dias anteriores. Chorou toda a beleza perdida para sempre dentro de si. Chorou o amor que não viria mais a sentir. Chorou durante todo o dia e toda a noite. Chorou até adormecer exausta.

Nessa noite a princesa sonhou que o seu amado viera confortá-la. Que estava do outro lado do vale à sua espera. Acordou ainda antes do romper da aurora, convicta de que o seu sonho era real. Levantou-se e correu em frente, para atravessar o vale e encontrar aquele cujo regresso tanto desejava.

Ao correr sentiu os pés molhados, talvez pela humidade da manhã. Logo de seguida as pernas, os joelhos, o tronco. A princesa percebeu que onde antes estivera um vale havia agora um lago. Um lago nascido das suas lágrimas.

A princesa não deixou que isso a travasse, e nadou até à outra margem. Aí, exactamente onde sabia que o encontraria, viu o seu príncipe que jazia ferido no chão. Não estava morto, como por engano a tinham feito acreditar. Estava cansado, um pouco ferido, mas bem. O príncipe, ouvindo um ruído, acordou para ver à sua frente a mulher que amava, ainda molhada do lago que acabara de atravessar. Abraçaram-se ambos e prometeram nunca mais se deixar.

Os dois casaram, e reza a lenda que foram muito felizes, vivendo uma longa vida de paz e amor lado a lado. Servindo de exemplo de harmonia e bondade para todo o povo.

Quanto ao lago, continua ali, bonito, imponente, junto à cidade de Leiria. Os leirienses dizem-no mágico. É um símbolo de desejos realizados e de amores indestrutíveis. Sabem que ao banhar-se nas suas águas encontram uma magia inexplicável. Algo que lhes muda as vidas e que só poderia ter vindo de todo o amor e bondade da antiga princesa.

Ainda hoje os leirienses procuram o lago em momentos especiais. Às vezes para desabafar as suas mágoas, ou mesmo para que as suas lágrimas se juntem às da princesa. Outras vezes para pedirem que a pessoa amada regresse. Diz-se que ao banhar-se nas águas do lago uma pessoa encontra mais facilmente o amor da sua vida. E diz-se ainda que uma jura sincera de amor feita junto ao lago, resulta num amor que ninguém poderá quebrar.


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Esta história é uma recolha de Matheus Martins de Almeida e Miranda, baseada nas lendas de Leiria, contadas pelos habitantes. Foi inspirada pelas conversas com os locais, principalmente as Damas Vst e Sbcruglio, e é uma homenagem à cidade de Leiria.

Viagens de Beatrice  

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Hoje amigos, estamos em Chaves. Viemos até aqui porque na praça de Portugal encontramos um aviso do bom e velho Morpheu avisando que vinha de viagem ao sul. Então, nossa comitiva pensou? Porque não ir até Chaves e ver o que se passa por lá?

Chaves é um lugar muito agradável. Ficamos por algus dias para os banhos termais nas águas meneiríficas de Chaves. Recomendo que tomem suas roupas de banho e venham pra essa bela cidade onde os cidadãos estão sempre com seu humor úmido de alegria.

Aproveitem para conhecer a famosa Ponte do Trajano.

O Exército Real Português (ERP) - Por Necasboy  

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Suzy chega ao Quartel General de Coimbra para um entrevista, com o Comandante Interino Sr Necasboy Senhor de Mil Moinhos Barão de Nelas.

- Obrigado por me receber Sr, sei o quanto és ocupado, e por isso serei breve.


SUZY - Bem em primeiro lugar gostaria que o Sr explicasse o funcionamento do ERP, e que o eles estão fazendo efetivamente contra esses ataques que vem sofrendo as CP de diversas cidades?

NECASBOY - Para já, irei só falar na minha região, Coimbra, pois sou o Comandante Regional interino de Coimbra, sobre o Porto e Lisboa pouco sei...

Mas aqui em Coimbra, para já estou a enviar cartas para saber se todos estão a defender a sua vila e se têm dúvidas/sugestões. Contra os ataques estamos a fazer o que sempre fizemos vigias diárias às CP's, para isso precisamos de mais militares. E é nesse ponto que queria chegar, há poucos militares e por isso irei viajar com mais alguns excelentes militares em busca de reforços para nosso Exercito. Assim será mais seguro!


S - Outra questão esta como os Srs. fazem a seleção para os novos soldados?

N - A selecção feita é: ser nível 1, não ter cadastro e se possível
ter recomendação.


S - Como pode um soldado chegar às altas patentes?

N - Um soldado deve defender a sua pátria pela honra e patriotismo! Pelo amor à sua cidade, condado e ao seu Reino! Num exército precisa haver paixão pelo que se faz e não pelos cargos. Se for pelos cargos estaremos no sitio errado, mas respondendo à sua pergunta, é preciso cumprir certos requisitos, tais como:

- ter um X de força e carisma;
- Armamento que possui
- Nível
- Tempo de soldado, missões desempenhadas.


Isto para chegar às mais altas patentes não-oficiais, para se ser oficiais (Comandantes ou cargos mais elevados) é necessário ser de confiança e ser responsável de forma a desempenhar bem o seu papel!


S - O Sr não acha que quem dedica seu dia na defesa, deveria ter alguma recompensa?

N -A recompensa é pessoal, é o orgulho de defender sua vila, seu condado, seu reino. É a amizade que se cria a aventura e o próprio reconhecimento com que se fica! Um militar tem sempre uma óptima "reputação" junto à população porque esta reconhece o valor que este tem para a segurança de todos. E como disse, não se deve lá estar por sonhar com altas patentes, mas não nego que é sempre um orgulho e uma honra enorme ser promovido! É um momento marcante da nossa vida, quer militar quer pessoal! Para isso basta trabalho e empenho! É sempre um incentivo, novos objectivos a cumprir, novas etapas...

Aconselho todos a participarem activamente no ERP da vossa terra, especialmente nas vilas de: Leiria, Lamego e Viseu.

Mais uma vez, muito obrigado.

Cantinho do Poeta  

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Eu e Eu Mesma

Eu sou eu, e pronto.
Uma incognita de futuro incerto
Um vinho que nunca foi aberto
Uma bruxa de historia infantil

Eu sou quatro e apenas uma
Uma estrela de lampada queimada
Um dos sóis que nunca brilha
Uma vida quase, quase esquecida

Sou aquela que procura
E, que procurando, nao acha saída
Eu sou eu, e pronto
Acima de qualquer ferida

Sou uma incognita e até um pecado
Personagem de desenho ingrato
Posso viver na mitologia
E derramar sangue e lágrimas de tristeza e alegria

Eu sou eu mesma,
e tudo o que posso ser, sai daqui
Dessa mente pequena e doentia

Sucubus Monte Cristo Martins de Almeida e Miranda
Santarém, 5 de Setembro de 1458

A Dama Sucubus vive em Montemor, é filha de Mayara Luna de Almeida e Miranda E Zatarra Monte Cristo. Seus textos podem ser encontrados na praça pública onde estão publicados em um compêndio chamado "O Livro da Sombras".

Por Puck, para o Jornal de Leiria

Entrevista aos candidatos da Prefeitura de Aveiro: Vilacovense e Varno  

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Suzy dirige-se a Dom Vilacovense e a Dom Varno para realizar uma entrevista, já que eles são candidatos à Prefeitura de Aveiro, com o intuito de informar melhor os eleitores qual a plataforma para governar a cidade de Aveiro de ambos.


Suzy: Srs desde já agradeço a vossa atenção, tenho algumas perguntas a fazer. Em primeiro lugar gostaria de saber o que vos levou a candidatarem-se?

Vilacovense: O que me levou a candidatar foi a vontade de ajudar Aveiro, com a queda da Casa do Povo e com a demissão de quem a tomou originou eleições antecipadas, não registrei logo a minha candidatura só no dia seguinte pensei que nesta altura Aveiro precisava de alguém com experiência para acalmar as revoltas de que a cidade foi alvo. Outra das razões foi a falta de candidatos, tinha sondado nas tabernas e nunca ouvi ninguém com a vontade de o fazer. 

 Varno:  O que me levou a candidatar a estas eleições é o facto de acreditar que tenho muito para dar por esta magnífica cidade. Por acreditar que posso ajudar Aveiro nos tempos que correm. Já ando por cá a algum tempo e com o tempo fui aprendendo. Acredito que cheguei a uma altura em que tenho algo para dar a sociedade.



Suzy: Quais são as vossas prioridades?

Vilacovense: Bem a grande prioridade é devolver a dignidade aos profissionais, tentar trabalhar com todos através de mandatos para ajudar a regularizar o mercado. Temos carcaças em excesso, falta de pão barato, escoar os 16o trigos através do Conselho para fazerem animais, e comprar através da Casa do Povo as farinhas que estão a descer abaixo do preço de custo. Assim os profissionais não ganham um ordenado decente. Também tentarei ter madeira em abundância para que os profissionais trabalhem constantemente para uma maior concorrência no mercado e estabilização dos preços.

Varno:  As minhas prioridades, quanto a essa pergunta, no topo da lista tenho a dizer que está a segurança. Uma cidade que não tem segurança é uma cidade sem confiança e uma cidade sem confiança é uma cidade sem futuro! E essa não é Aveiro que eu conheço. Sem ser a segurança estão principalmente a conclusão do porto e a continuidade da estabilidade econômica do nosso mercado e, obviamente, alcançar uma outra segurança e equilíbrio. Quer por via de exportações dos nossos excedentes(exemplo de carne e peixe) ou importação do que nos falte(exemplo da madeira).


Suzy: E a ultima, gostaria de saber que medidas irão tomar em relação aos constantes ataques que vem sofrendo a CP, nos últimos dias?

Vilacovense: Bem uma coisa é certa, terei de meter milícias para ajudar na defesa, conversar com o Comandante do ERP, Furyan para organizar a defesa em conjunto com a CP, e tentarei junto do Conselho a nomeação de um Marchal para Aveiro. Como medida extrema utilizarei a estratégia de me revoltar durante o meu mandato. Assim se tudo correr como planeado será mais difícil a CP cair em mãos alheias.

Varno:  Quanto a segurança, estou já em contacto com o comandante local do ERP para fazer algumas alterações ao sistema actual... Um sistema de avisos melhor, necessidade de confirmações, mais só mesmo esperando para ver =D E também reabrir os postos milicianos.. Provavelmente tentar criar uma escala rotativa com salários baixos mas boas regalias aos trabalhadores =)

Qual a sua cidade de residência no Reinos?  

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A enquete realizada desde a inauguração do JL termina já daqui a dois dias. Não deixe de votar!

Dirija-se á coluna do lado direito, desvie o seu olhar para baixo logo a seguir aos Classificados, se preciso levante um pouco o jornal para cima e eis! Vote na sua cidade de residência para a sondagem sobre o público do JL.

Aguardamos o seu voto!

Atenciosamente,


Direcção JL

A Lenda do Lago Mágico de Leiria (PARTE 1)  

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(Escrita em Dezembro de 1457)

Há muitos muitos anos, no local onde hoje se ergue a cidade de Leiria, viveu uma princesa, conhecida de todos pela sua bondade e sensibilidade. Toda a sua vida a princesa conhecera a felicidade. Tivera uma infância e adolescência alegres, sem que nada nunca lhe faltasse. Desde a família até ao seu povo todos a amavam e lhe queriam bem.

Quando completou dezoito anos, perante a ideia de casar, a princesa disse aos seus pais que casaria sim, mas só quando encontrasse aquele com quem sentisse a união e harmonia que desejava. Os pais garantiram-lhe que só a casariam com quem ela quisesse.

Por essas alturas lutava-se uma guerra a sul, e muitos princípes vinham de longe, com os seus exércitos a caminho de aventuras. Toda essa agitação, colorido e entusiasmo fascinavam a princesa. Foi numa dessas vezes, em que a princesa observava os preparativos militares, que notou um jovem príncipe muito elegante que logo começou a conversar com ela.

Não foi preciso muito para que os dois sentissem necessidade de passar juntos todo o tempo que podiam, conversando e passeando. Caminhavam pelos arredores do palácio, contando tudo sobre as suas vidas, e a princesa mostrava todos os locais que eram importantes para si. Em especial o seu vale preferido, onde sempre corria nos momentos de tristeza, quando queria estar mais perto de si própria. Foi lá que deram o primeiro beijo e que pela primeira vez declararam o seu amor um pelo outro.

Mas cedo chegou o dia em que o exército partiu para a guerra. A despedida dos dois apaixonados foi o momento mais triste até aí vivido pela princesa. Sentiu como se parte de si fosse também com o seu príncipe. Como se ficasse vazia. Como se tivesse já envelhecido sem ele.

A partir desse momento os dias da princesa foram vividos sem alegria. A ansiedade por notícias do seu amado consumia-a. Todos notavam a diferença. Sem o sorriso e o constante brilho da princesa toda a terra parecia mais pobre. Mas após algumas semanas, a fatídica notícia chegou. Homens feridos regressados do combate contaram como o exército do príncipe tinha sido derrotado, e ele se contava entre os muitos mortos.

Foi mais do que a princesa conseguia suportar. Correu para casa, fechou-se no seu quarto, e durante dias ninguém conseguiu falar com ela, nem os pais, nem os irmãos, nem as criadas em quem mais confiava. Deixou-se ficar, impávida, como que definhando por dentro.

Um dia, para surpresa de todos, a princesa levantou-se do seu leito, atravessou o palácio, e saiu. Ninguém a tentou parar, pois todos sabiam da sua dor, e sabiam que algo de importante estava para acontecer. Em reverência, olharam-na e seguiram-na à distância.



(continua...)



(Esta história é uma recolha de Matheus Martins de Almeida e Miranda, baseada nas lendas de Leiria, contadas pelos habitantes. Foi inspirada pelas conversas com os locais, principalmente as Damas Vst e Sbcruglio, e é uma homenagem à cidade de Leiria.)

Entrevista com candidatos à prefeitura de Leiria  

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No próximo dia 24 e até dia 28 de Setembro do corrente ano de Jah, Leiria abre, na Cada do povo as suas mesas de voto, entre os candidatos, podemos observar, o actual Prefeito de Leiria, Dom Wilshi Bertoncini, e Ares157.
O JornalLeiriense quis saber mais acerca destes dois candidatos e o repórter "R" foi destacado para entrevistar os dois candidatos.

Numa reunião à porta fechada, na Casa do Povo, o repórter do JL juntou os dois candidatos frente-a-frente e eis que conseguimos uma produtiva colheita de informações, sobre a candidatura de cada um.

JL: Boas tardes caro Wilshi Bertoncini e caro Ares157. Desde já em nome do JL agradeço esta oportunidade de entrevista e desejo muito boa sorte aos 2.

JL: Caro Wilshi Bertoncini começando por si, após ler o seu discurso de candidatura:

"Booas Meus amigos Leiriense!
Espero que estejam todos bons!
Pra que não me conhece sou Wilshi Bertoncini ;D

"Venho mais uma vez pedir vosso voto. Quero continuar a servir e a ajudar ao povo como tenho feito e fizeram os prefeitos anteriores a mim. Com a ajuda de todos, Leiria reviverá os velhos tempos!"

Cumprimentos: Wilshi Bertoncini!"

Ficaram pouco claras as suas intenções de trabalhos caso seja eleito Prefeito. Podia-nos dar uma luz do que tenciona fazer?

Wilshi Bertoncini: Boa tarde JL e aos amigos leiriense! Eu como prefeito da cidade 3 vezes, estarei continuando o processo que estou fazendo e também vou fazer um grupo para ir mais a Guarda para pegar madeiras, pois leiria está com falta disso!

Ou seja...o pontencial enorme mesmo da nossa cidade é o peixe, e com o peixe podemos fazer negócios com outras cidades!
Isso estou a tratar também de alguns grupos para vender peixes pelas cidades o que dará lucros à cp e aos poucos ajudará muito a leiria!

Por fim, continuarei o trabalho acrescentando algumas coisas como estava a dizer das madeiras =)

JL: E o candidato Ares157, o que podemos concluir com o seu entusiasta?

"Não vote em mim! Se você não quer que Leiria mude pra melhor não vote em mim vote nos de mais candidatos que não mudaram Leiria em nada agora se você quer ver Leiria mudar pra melhor Votem em Mim! Votem Pela Mudança! Para uma Evolução de Leria! Votem em Ares157 para prefeito!"

Ares157: Que quero mudar muitas coisas em Leiria o mercado as tavernas o forum e etc.


JL: Caro Candidatos tendo em conta a situação da pouca afluência ao forum, que os cidadãos leirienses tem, como pretendem mudar este facto?

Wilshi Bertoncini:

Ares157: Pretendo espalhar anucios para frequentarem o forum e as tavernas e irei espalhar muitos outros anuncio explicando tudo direitinho


JL: Como pretende cada um superar o objectivo diário da medida anti-corrupção imposta pelo sistema das casas do povo. (a retirada de 50cz diários ao tesouro da Casa do Povo) e como pretendem também aumentar o stock tanto de dinheiro como de bens da casa do Povo?

Wilshi Bertoncini: Os bens da casa do povo aumentarão com o nosso objetivo e o ponto forte de Leiria que são os peixes... Com isso forma dinhero e os bens começam a aumentar...
Mas não é só os peixes e sim outras mercadorias, etc!


Ares157: irei combrar impostos todo domingo irei propor doações pra cp para os habitantes de leiria e irei dar meu proprio dinheiro pra ajudar a cp quando eu tiver


JL: Muito bem. Meus senhores, ambos têm de concordar que a adesão às tavernas da cidade é um pouco, menor que em outras cidades segundo sei, têm alguma ideia para aumentar a adesão às mesmas?

Wilshi Bertoncini: Eu estou chamando muita, muita gente mesmo, para vir morar em Leiria... Como também vieram alguns e ajudaram muito... Mas aos poucos vejo que a tasca está lotando!


Ares157: ainda estou a pensar nisso pra ver o que será o melhor a fazer quanto a isso...


JL: Dou-vos agora a oportunidade de deixarem umas palavrinhas aos nossos leitores.

Wilshi Bertoncini: Eu quero deixar umas pequenas palavras aos povo que irá ler o jornal, que eu, Wilshi Bertoncini Lobo, estarei sempre para ajudar ao próximos, mesmo que entre outros prefeitos, quero que cada um de vocês saibam que eu estou aqui para ajudar no que puder.

Por fim desejo boa sorte ao cavalheiro ares 157
Obrigado ao JL e uma boa tarde! Cumprimentos...


Ares157: só gostaria de dizer aos habitantes de leiria que Votem em Mim! Votem Pela Mudança! Para uma Evolução de Leria! Votem em Ares157 para prefeito! conto com vc pra mudar leiria pra melhor pois leiria só mudara se os habitantes de leiria tomarem alguma atitude e agora vocês tem a oportunidade de mudar leiria pra melhor basta votar em ares157 pra prefeito e é isso ai pessoal ate a proxima...


cumprimentos dom ares157


JL: Bem restamente então agradecer esta oportunidade de entrevista e mais uma vez desejar boa sorte aos dois.
R, para o Jornal de Leiria
Obs.: Ao fechamento dessa o candidato fmartins não era candidato à prefeitura ainda por isos não consta entrevista com ele...

Notícias do CdC  

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Foi com grande expectativa que esse jornal esperou o último dia do antigo Conselho do Condado pra saber se o CdC postaria seu relatório, mas infelizmente não houve movimentação naquele gabinete, a não ser umas peleias de uns e outros...

De toda forma, podemos falar algo pra vocês amigos, pois lá está o relatório do dia 19 que nos permite fazer um relatoriozinho pra vocês leitores...

O Inventário do condado, no dia 19 tinha o incrível saldo negativo de 8508,77Cz, o que representa uma queda de mais de 1000Cz desde nossa última visita àquele gabinete. Nos estoques, no entanto as diferenças não foram tão grandes, o estoque de pedra - que havia nos surpreendido no último relatório, subiu apenas em 20 quintais em comparação aos 59 anteriores (saldo atual de 333 quintais de pedra)... Ah amigos leirienses, precisamos voltar às pedreiras mais uns dias... E quem sabe, juntando forças com os alcobacenses nós não possamos melhorar consideravelmente esses estoques ai e quem sabe, passar a produzir pedra suficiente pra auto suficiencia e ainda exportar!! Sonho!? Pode ser... Depende de nós! O ferro parece ter sofrido do mesmo mal das pedras, a diminuição do trabalho nas minas é considerável e o estoque de ferro do condado no dito dia era de 273Kg.

A Traça do dinheiro, senhores, fica feliz quando pode trazer notícias fresquinhas... Abraços a todos...




Por "Traça do Dinheiro", para o Jornal de Leiria.